quarta-feira, 29 de outubro de 2008


Farokh Bommi Bulsara - Freddie Mercury
Let Me Live
Queen

Why don't you take another little piece of my heart
Why don't you take it and break it
And tear it all apart
All I do is give
All you do is take
Baby why don't you give me
A brand new start
So let me live (so let me live)
Let me live (leave me alone)
Let me live, oh baby
And make a brand new start
Why don't you take another little piece of my soul
Why don't you shape it and shake it 'till you're really in control
All you do is take
And all I do is give
All that I'm askin'
Is a chance to live(so let me live) - so let me live(leave me alone) - let me live, let me live
Why don't you let me make a brand new start
And it's a long hard struggle
But you can always depend on me
And if you're ever in trouble - hey
You know where I will be
Why don't you take another little piece of my life
Why don't you twist it, and turn it
And cut it like a knife
All You do is live
All I do is die
Why can't we just be friends
Stop livin' a lie
So let me live (so let me live)
Let me live (leave me alone)
Please let me live(why don't you live a little)
Oh yeah baby(why don't you give a little love...? )
Let me livePlease let me live
Oh yeah baby, let me live
And make a brand new start
Take another little piece of my heart now baby
Take another little piece of my heart now baby
Take another little piece of my soul now baby
Take another little piece of my life now baby
In your heart, oh baby(take another piece, take another piece)
Please let me live(take another piece, take another piece)
Why don't you take another piece
Take another little piece of my heart
Oh yeah baby
Make a brand new start
All you do is takeLet me live

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Estações

"É só impressão ou as estações estão fugindo do padrão?
Ontem parecia inverno e hoje parece verão
As folhas de outono ainda não estão no chão
E, da primavera, não sinto a renovação"

domingo, 21 de setembro de 2008

Pessimismo de domingo

Dia nublado. Típico dia de domingo, nublado. Dia pesado, sem muitas ambições, tedioso. Um dia de domingo. Dia nublado. Dia que parece noite. Noite que parece dia. Um dia nublado. Dia de não sair de casa. Noite de sono, assim como o dia que se precedeu. Dia melancólico, noite nostálgica. Dia para se ver a vida passar. Noite para se dar conta de que deixou-se o dia passar. Dia para pensar, pensar em nada.
Há dias que tudo parece distante. Dias que dá-se conta de que as coisas boas passaram. Dias sem perspectiva de que coisas boas virão. Não coisas boas como as antigas. Aquelas que sabe-se que são as melhores e insubstituíveis. Nunca haverá substitutos para aquele cantor, aquela banda, aquele ano, aquelas pessoas, aqueles defeitos, aqueles dias.
Sente-se cada vez mais longe do que é bom e do foi melhor ainda. Caminha-se para um destino muito vago. Nada pode ser feito para reverter tal situação.
Frustração.
Melancolia
Nostalgia...
Tudo o que estar por vir jamais se igualará ao que se foi. Jamais!
As condições nunca mais serão as mesmas.
Amanhã, entretando, é segunda. Novas condições. Uma segunda-feira ensolarada, talvez. Segunda-feira: dia de um novo começo. Sol. Novo ânimo. Otimismo.
Ainda é domingo e, como todo domingo, as perspectivas são menores do que as de segunda.
Pessimismo(?)
Lembra-se então que nenhum novo começo será como o fim daquele passado remoto.
Jamais!

sábado, 20 de setembro de 2008

A vida é a arte do encontro

É estranho como a vida pode ser tão vasta e ao mesmo tempo cheia de pequenas coincidências. Várias vezes me peguei pensando nas mesmas e sempre acabo me perguntando se são mesmo apenas coincidências...Ontem, em uma reunião budista, me disseram que nós somos capazes de mudar nosso karma, capazes de mudar nosso destino, mesmo que ele já esteja traçado. Mas ninguém soube me responder quem é o responsável, o tal criador de karmas de todo o mundo. Pois se eu descubro quem é, a primeira coisa que eu perguntaria seria de onde ele tira tanta criatividade, como ele monta essa misteriosa teia de relacionamentos.Como eu ia dizendo, para que você mude seu destino, você precisa receber um sinal, perceber esse sinal, e se encontrar para que, enfim, sua vida tome um novo rumo. Esse sinal só pode vir daquele mesmo, se você disse, "Senhor dos Karmas", acertou! Isso tudo, se houver realmente esse misterioso e glorioso Ser.Desprezando essas quinquilharias resultantes de meus pensamentos infundáveis, entrego-lhes outra teoria. Teoria, essa, que Buda, J. C., Freud e Murphy não são capazes de compreender, muito menos pensar a respeito: a predestinação casual. É claro que Calvino pensara na predestinação alguma vez na história, mas nunca pensara da forma como eu o faço. Tentarei ser clara ao passar essa preciosa teoria.Não nascemos predestinados a nada. Não somos predestinados a nada. Ninguém nos predestina a nada a não ser nós mesmos. A partir do momento em que a vida toma seu rumo, escolhas são tomadas e vinculos são formados, tudo aquilo que está prestes a acontecer, até mesmo pequenos e coincidentes detalhes são predestinados. Predestinados por nós mesmos. Somos nós os responsáveis pelas tão desprezíveis (ou não) coincidências milagrosas (ou não). Todo ato, toda ação gera consequências e quando estas "coincidem" com ações alheias ou, até mesmo, com nossas próprias ações anteriores, não é o nosso karma agindo, nem coisa do destino.Somos predestinados a todo momento, mas não é preciso que um raio caia em nossas cabeças para que possamos acordar para a vida. Não temos que acordar para vida, estamos nela há tempos. Devemos entender que há ações com respostas a curto prazo, assim como há respostas a longo prazo, e são essas últimas que não nos damos conta e, que ao percebermos, creditamos ao desconhecido, a um ser maior, ou à conspiração.
"A vida é a arte do encontro."
1,2,3... testando